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SINDICATO DOS SECURITÁRIOS DO ESTADO DE SÃN PAULO - BRASIL

UGT defende união e anuncia que falará pelos excluídos

Lideranças da nova central de trabalhadores apresentam linha de atuação da entidade e afirmam que movimento sindical não pode representar apenas trabalhadores empregados.

Rebanadas de Realidad - Sindicato dos Securitários, São Paulo, 10/06/07.- Propor uma grande inovação no sindicalismo brasileiro, com atenção especial aos trabalhadores excluídos do movimento sindical, além daqueles que estão desempregados ou na informalidade. Essa é a principal meta do presidente do Sindicato dos Comerciários de São Paulo, Ricardo Patah, indicado, em 24 de maio, como presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), durante o evento de lançamento do Congresso de Fundação da nova central sindical, que acontecerá nos dias 19, 20 e 21 de julho, no Anhembi, em São Paulo.

A nova entidade de trabalhadores nasce da fusão de três centrais sindicais: a Central Geral dos Trabalhadores (CGT), Social Democracia Sindical (SDS) e da Central Autônoma dos Trabalhadores (CAT) e terá a participação de cerca de mil sindicatos que reúnem, aproximadamente, 8 milhões de trabalhadores. O evento de indicação foi realizado no Sindicato dos Eletricitários, no bairro da Liberdade, e contou com a presença de cerca de 200 sindicalistas de diversas regiões do país.

Para Ricardo Patah, além das lutas comuns aos trabalhadores, a UGT vem para mobilizar o movimento sindical na conquista por direitos sociais como educação, saúde e emprego, e incorporar à agenda sindical questões como a da segurança, da preservação ambiental, da inovação tecnológica, entre outras. “Somente com a unidade e a força de lideranças sindicais capazes de ouvir os trabalhadores de todo o país, inclusive os que estão desempregados ou na informalidade, iremos conseguir alcançar esse objetivo”, afirmou.

Outro ponto levantando por Patah é o relacionamento com o Governo, que ainda é extremamente restrito por parte das atuais centrais sindicais. “Num universo de mais de 30 Ministérios, temos acesso a somente três deles”, observa. “A UGT vai falar com todos os Ministérios. Queremos ter acesso para discussão dos temas que afligem o trabalhador e a sociedade em geral”.

Para Antonio Carlos Salim dos Reis, presidente da CGT, a proposta da nova central é atender o que a sociedade brasileira está esperando do movimento sindical. “A fusão de centrais de trabalhadores tem sido uma tendência mundial, visando a unidade de ação no combate aos malefícios da globalização. Essa proposta de fusão já vem sendo discutida há um ano e está sendo adotada com muita maturidade pelo conjunto de lideranças sindicais”, explica.

Já Enilson Simões de Moura, o Alemão, presidente da SDS, mostrou que a criação da nova central visa a propor reformas e defender ações que promovam uma transformação do Estado brasileiro. “Queremos quebrar vários paradigmas. A sociedade vai conhecer a UGT”.

O presidente da CAT, Laerte Teixeira da Costa, defende uma central que represente o sindicalismo do Século 21, caracterizado pela unidade e pela internacionalização. Segundo o dirigente, “é preciso que o movimento sindical participe da luta contra a exclusão, a marginalidade e a corrupção, entre outros problemas brasileiros, buscando trazer para os trabalhadores os frutos do bom momento econômico que vive o país”.

El presente material se publica en Rebanadas por gentileza de Léia Hirosse, Jornalista responsable do Departamento de Comunicação Sindicato dos Securitários SP / Web - Correo
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